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sábado, 20 de agosto de 2011

Uma canção...


Dedicado ao meu amor (Zelcia Bebiano)

(Tentando achar um título)

Eu fecho as fechaduras da janela
Eu fecho todas as portas desse lugar
As vezes as soluções poderiam ser simples
As vezes arder por dentro faz com que a calma retorne

Estou de joelhos nessa noite a pedir
Para que o sol se ponha amanha e brilhe para você
E a sombra do dia, o dia que esta cinza
O sol irá envolver e trazer luz

Em algum momento eu prometo ser tudo o que merece
Não quero ficar salva em meu quarto
Quero continuar me sentindo viva e segura com você
Já compreendi que você é a unica razão aqui dentro

Agarrando minha cura e seguindo
Construindo uma fortaleza em nossa volta...
Quero estar com você por toda minha vida...

Uma canção...


( Dedicado ao meu amor Zelcia Bebiano...)

(Procurando um titulo)

É tudo tão estranho, que as vezes prefiro
Acreditar que é um delírio
Isso me deixa feliz, mas ao mesmo tempo com tanto medo
Uma linha fina me separa do mundo real, sanidade
E qual a linha nos une e qual é essa que passa como um fio de aço
dentro do meu peito

Talvez seje apenas um dia com o vento a surrar a porta do meu quarto
Apenas mais uma noite em que o brilho foi escondido
Apenas um dia em que um sorriso seu me deixaria anestesiada para todas essas dores e medo...

Não , não há ninguém aqui, somente eu
Eu e você que dança em minha mente
não, não há luz aqui dentro
Apenas os seus olhos brilhando dentro de minha mente
Tudo pode ser estranho...
Mas, talvez eu seje estranha na maneira de proteger você
Tudo pode ser surreal...
Mas, surreal tem sido os momentos passado com você
Tudo pode ser um medo momentâneo do dia...
Mas, o único medo real, é de lhe perder
Dentre varias verdades, a única que me mantem intacta
É que eu te amo para sempre...

Enquanto eu conseguir respirar, eu vou manter você viva aqui dentro...

                                                                                       Renata Jaqueline Braga Alves

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Começando a historia que resultou em uma vitoria...

Há um ano atrás foi minha ultima tentativa de suicídio, foi a pior de todas... Talvez a única com vontade mesmo de ir embora...  Dia 05/08/2010... Quinta feira, ja se fazia mais de uma semana que não levantava da cama, ficava apenas no quarto, com o mesmo edredom, com a mesma roupa, com a mesma roupa e com o mesmo caderno... A música era Never Gonna Be Alone (Nickelback), os cortes ja eram profundos e mesmo assim não desviava a minha dor, as doses de medicamentos ja estavam altas e mesmo assim continuava a sentir a tristeza e a dor... Havia guardado caixas de clonazepam, vidros de Depakote que ja fazia mais de um ano de vencidos, Lthium e um outro psicótico que não me lembro o nome... Havia em minha casa uma garrafa de vinho e outra de vodka aberta... A semana em que tudo aconteceu eu passei acordada  chorando e me cortando, não conseguia ir mais a faculdade, não conseguia mais ter contato com ninguem, não conseguia tocar e sentir... O que eu conseguia sentir? Culpa... Era o unico sentimento que latejava aqui dentro...  Desde os 14 anos estava em tratamento, passei pelo CAPS, CRIA, Conselho Tutelar e por aí vai... Tudo isso para nada, para ficar dopada e incapacitada de sentir... Tudo isso para me tornar uma viciada em
psicotrópicos... é, eles vieram cedo, com 14 anos, ja estava com clonazepam e amtriptilina... depois tegretol e por aí começava a lista de medicamentos... E a lista de diagnostico também começava a crescer... personalidade anti social, borderline, bipolar, esquizofrena, esquizoafetiva e por aí caminhava a lista do C.I.D...
Com 15 anos comecei a me cortar, mutilar... Fazia altas dosagens de medicamentos para poder dormir, comecei a ganhar peso... cheguei as 69KG, para quem tem somente 1,59m é muito peso... Havia dias em que eu acordava meio louca e corria, começava caminhada, montava "n" bandas e em outros eu ficava triste, mal saia da cama... Os anos foram se passando e nada mudava, os cortes continuavam, tentativas minimas de suicídio aconteciam, medicamentos estava a todo torpor... "Preciso sair, a febre voltou"... Amanha continuo...

sábado, 23 de julho de 2011

Parte 1. Começando a contar minha história...

Bem, hoje não é um dia muito legal... Eu comecei o dia bem e ouvindo “gosto de te ver assim sorrindo”, “gosto quando você está bem”... Eu realmente estava bem, e como eu estava, pensando em mil coisas para se fazer hoje, mas, quando cheguei em casa algumas coisas foram caindo, e assim esta sendo o inicio dessa tarde...
Se um dia eu for me despedir da vida e das pessoas que eu amo, gostaria de deixar algumas palavras:
Realmente a minha vida foi excelente,  encontrei uma pessoa pessoa perfeita aos meus 20 anos de idade, encontrei nela o que era amar de verdade, não passei fome, não pereci de roupa, de um teto, de colégio, de amigos, mesmo sendo poucos e raros, minha saude sempre foi perfeita, embora tenho ido varias vezes ao médico e tomado comprimidos durantes longos 6 anos quase 7, mas, foi no psiquiatra, minha saúde mental não foi muito legal...
Bem, começando a contar um pouco de minha vida, um modo de desabafo e compartilhamento...
Minha biologica vou chamar de “C.B”, minha mae adotiva “E.M”... Minha mãe biologica nunca foi muito certa, quando mais jovem pulava a janela para ir em bailes, orgias, usar drogas e pixar muros, apanhava muito do meu avô, começou a trabalhar muito nova em lavoura panhando café, mas, depois acabava na cede da fazenda com o dono... Nunca esteve aí com nada, roupas eram do tipo quanto mais curta melhor. Aos 17 anos engravidou, e era eu, as orgias, drogas e bebedeira não pararam no periodo de gestação, quando meu avô descobriu espancou ela e depois pediu para que ela não saisse mais que tomasse mais cuidado, pois agora tinha um filho que ela estava carregando... Ela não aceitou, tentou abortar 2 vezes, mas, não deu certo, a primeira tentativa veio quando tinha 4 meses mais ou menos e a outra com 7 meses (segundo minha avó), nenhum deu certo e no dia 23/12/1989, ás 08 e poucas, eu Renata Jaqueline Braga nasci, no Hospital Municipal de Rio Paranaiba MG, nasci com infecção generalizada, com o coração fraco e com a respiração acelerada, mesmo com tantos problemas, minha avó conta que eu era grande e pesava quase 3kg e que o médico dizia que minha vontade de viver era grande diante do historico de minha mae biologica (minha mae biologica já foi amante dele), não era pra eu ter chegado até os 9 meses... Nasci, fui direto para a U.T.I, fiquei entubada durante um bom tempo, e minha C.B assim que estava melhor foi embora, minha vó correu e foi arrumar uma “mãe de leite”, pois eu precisava de leite materno e C.B não estava disposta a me dar... Com 2 meses eu já estava melhor e pude ir pra casa, estava gorda e forte, contam que eu não parava de rir um segundo, é como se a guerra tivesse sido conquistada, como se eu estivesse no paraíso... C.B não estava nem aí, quem cuidou e prestou atenção em tudo que eu fazia era meus tios, avós maternos...
Ahhh, lembrando, eu não sei quem é meu pai biologico, talvez isso tenha sentido, pelo historico de C.B  não é de espantar que ela não saiba minha paternidade...
Eu era muito nervosa, chupava bico para ficar mordendo nele, minhas bonecas duravam pouco a única que eu não destruia por estranho e incrivel que pareça era revistas e jornal, segundo minha avó era o que me acalmava, ficava sentada por horas e horas folheando...
O tempo foi passando, fiz 1 aninho e estava super bem, não precisara voltar ao medico, nada de grave aconteceu... Com 2 aninhos C.B começou a ver quem me queria para criar, pq ela iria abrir mão de mim... Ela conheceu um cara aqui em Uberaba, o nome dele é Adão, era casado, tinha 2 filhos, ela enrolou com ele e se mudou para Uberaba, já tinha 1 tia morando em uberaba, ela foi morar com ela e me levou... mas, isso eu já tinha uns 4 anos, no inicio C.B saia com Adão e eu ficava no carro trancada até altas horas da madrugada, em porta de lanches, botecos de baixo nivel e etc...
Tudo o que eu tinha de roupa, brinquedos, material de escola era E.M (tia, irmã de C.B), o marido de E.M, no qual vou chama-lo de L.A, sempre passava na porta da casa do Adão onde C.B estava morando com ele e me via sentada no meio fio, so de calcinha, com o cabelo bagunçado e suja e segundo ele me perguntava como eu estava e eu sempre dizia que estava tudo bem e ele perguntava se eu estava feliz eu dizia que sim, muito, que so estava com fome e ele sempre corria e comprava alguma coisa pra eu comer, me levava roupas, brinquedos e livros... C.B passou a sair com Adão e me deixar trancada no quintal escuro, eu não ficava dentro da casa dele, so quando ia durmir... Na casa deles sempre havia muita gente, que bebiam, fumavam, vulgares e sei lá... E eu nunca gostei disso, era gente demais, com habitos estranhos demais, então eu sempre pegava os livros que L.A deixava pra mim e ia sentar la no portão e ficava o dia lendo... Com quase 5 anos as coisas começaram a piorar, tudo que estregava na casa do Adão era culpa minha, me lembro de uma vez, em que, na funilaria que ele é dono a filha dele estragou m arruda que estava plantada, todos falaram pram pra ele que havia sido ela, mas, ele veio e bateu muito em minha mão tenho um problema nos pulsos por causa daquele dia; naquele dia eu não chorei, mas, lembro que doeu muito e lembro que fiquei sentada conversando com o cachorro da oficina (isso não vem de agora e sim de longos anos)...
E.M e L.A sempre foram muito presentes em minha vida, mas, não sabiam do que estava acontecendo, eu nunca falava, nunca me queixava, sempre que me perguntavam eu dizia que estava tudo bem e pedia mais um livro... Mas, desde os meus primeiros aninhos percebia que meus olhos eram tristes, segundo minha mae biologica o medico disse isso quando eu tinha 1 ano e pouco de nascida, que eu não estava doente e sim triste...
Na escola eu era um demonio, porem, sempre tirava notas altas e sempre sabia de tudo, havia momentos em que eu saia correndo da sala para ficar sentada no muro olhando para o nada, em outro momento já brigava muito e sempre discutia... Sempre discutia com os professores o porque de tudo, sempre pegava livros e mais livros para ler e quando ia chegando perto do horário de acabar a aula eu ia ficando triste pois não queria voltar pra casa...
Sempre que chegava a casa C.B estava fumando e bebendo, colocava as coisas na mesa e ia sentar na calçada com o livro e esperava L.A para pegar um pão, bolacha ou quaisquer coisas que ele sempre trazia pra mim... Por mais que as coisas estivessem ruins, eu nunca quis deixar minha mãe, nunca quis abandoná-la, era isso o que eu sentia...
Com 5 anos e poucos as coisas começaram a mudar muito, as coisas na casa do Adão pioraram, nos churrascos na casa dele, começaram a ver filmes pornográficos, e o vocabulário que já era de baixo nível abaixou mais ainda... e eu não sei o porque, dessa vez não me deixavam sair para ficar na calçada, por mais que eu não entendesse aquilo que se estava passando, aquilo repugnava no meu estomago, eu queria sair mais não me deixavam, passou algumas semanas e eu tive que presenciar C.B juntamente com Adão em uma orgia, vi ela com vários homens...

Eu termino por aqui, fiquei um pouco fraca...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Colocando pontos finais...

Cansei de criar falsos gênios dentro da minha cabeça, de elogiar aquilo que não se é, de considerar aquilo que nunca me considerou...
Gostaria que todas essas pessoas que eu criei como gênios, inteligentes e sei la mais o que, fossem poupadas do meu dia a dia; 
Eu sou um nada... Um Q.I alto para nada, que poucas pessoas enxergam...
Gostaria de não ouvir certos nomes durante esse restante de semana, mas, sei que será impossível, então, paciência, essa crise vai passar logo...
Estou prometendo aqui e agora, que a palavra inteligente só vai sair quando isso for verdade...
No mais, todas as pessoas que eu exclui da minha vida, serão excluídas de alguma parte boa minha e levada para dentro do meu ódio, raiva e inconformismo...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Pra sempre vou te amar...

Pode parecer coisa de apaixonado na primeira semana com o amor, mas, a questão aqui não é assim... Já estou com o meu amor, há cinco meses, e todo mundo sempre me diz que chega alguns meses e as coisas esfriam, mas, no meu relacionamento não foi bem assim...
É a mesma saudade louca, desmedida, a mesma paixão desvairada, ardente e louca, o mesmo amor, puro, doce, fiel e carinhoso, são as mesmas gargalhadas, discussões e afetos...
Algumas coisas realmente mudaram, eu estou mais apaixonada, o amor tem aumentado a cada segundo mais...
DeJaneiro a Janeiro, eu vou te amar, sem ferias, sem jogar a toalha, sem pedir tempo...

Quebrada...

É assim que estou me sentindo, quebrada por dentro, com cortes sangrando... 

domingo, 19 de junho de 2011

Tantas coisas aqui dentro...

Tenho pedido um tempo para minha cabeça.... Quando preciso estar bem, ela me da sentimentos que me mostram que  eu não vou ficar suficientemente bem... Me sinto pesada, com o peito apertado, gelada...
Eu queria dar um grito, chorar o dia inteiro, bater com a cabeça contra a parede e sangrar, até que tudo passe e volte ao seu lugar...
Há abutres e ladrões andando atras, esperando uma queda maior...
Estão pisando enquanto eu estou caída e fraca... 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Não entendo

Eu não sei, algumas coisas que talvez não deveriam me deixar triste, me deixaram agora... Talvez não seje essas coisas, pode ser algo desordenado aqui dentro dessa cuca...
Ando um pouco preocupada, com medo...
Comecei a ficar angustiada novamente... São exatamente 14horas e 08 minutos, estou sem Haldol, apenas com o Litio... Talvez isso prove que não é nenhum medicamento que esta me fazendo cair em depressão ou ficar triste...
É a própria cabeça oca que não esta funfando direito...
Fiz uma pequena descoberta hoje, MHPG nem sempre esta presente nos TBH...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Angustia...

Eu não sei o que aconteceu, so sei que doi aqui dentro, me aperta e me deixa angustiada...
Queria sair correndo e gritando.... Porque ta doendo muito, como nunca doeu em minha vida... Meu peito esta apertado, com uma certa dificuldade pra respirar...
Ta doendo, e eu estou chorando muito e soluçando... Não tenho motivos para estar assim...
Mas, queria correr, gritar, socar a parede, falar, falar e falar sem parar...
Queria sentar no viadulto e chorar tudo o que esta doendo aqui....
Queria conversar...
Queria ter sono...
Eu não sei, o tempo se fechou aqui dentro...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ao meu amor...

Estou aqui para escrever linhas simplórias, palavras simples, carregadas de emoção e com uma vontade imensurável de explodir e jorrar pra fora...
Confesso que o fato de saber o que eu tenho realmente e esse medicamentos tem me deixado meio triste; Tenho medo de passar mal quando estiver perto de você, medo de ficar lenta, engordar e sei lá... O principal medo é que você se canse de toda essa situação e me deixe... Eu não quero te perder, você tem feito verdadeiros milagres ou sei la como podemos chamar, toda minha felicidade, animo e vontade de viver... 
Eu amo você como eu nunca amei e nem imaginei que poderia amar como eu amo você... Hoje você me disse que nosso namoro nunca caira na rotina, porque eu  mudo de opinião, comportamento e sei la mais o que rapidamente, achei engraçado, deve ser engraçado namorar com uma bipolar...
Bem, estou aqui para escrever palavras repetidas, para agradecer a tudo que tem feito por mim, a toda sua atenção e preocupação... Ao companheirismo, as mais belas noites que tem me proporcionado, ao dias mais felizes de minha vida...
É tudo tão intenso, surreal, que eu so posso suportar um dia longe de você, mais que isso é tortura, eu simplesmente não consigo viver sem você...
Eu te amo muito...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Primeiro dia com o litio e haldol

Dói, parece que estão me cortando por dentro... Parece que peitei algumas caixas de cerveja e alguns litros de vodka, estou mole, meu corpo queima e sente frio ao mesmo tempo, meus membros estão pesados... Tenho vontade de chorar, milhares de coisas vindo em minha cabeça, nada certo, nada seguro, fico triste, alegre, sim, nesse momento eu fiquei feliz... Estou falando com meu amorzinho, quando estou com ela tudo passa, mas, ela é tão perfeita, tão feliz, tão carinhosa, não tenho palavras para descreve-la... não sei se ela merece estar comigo, que sou tão imperfeita, triste as vezes, incontrolavel e sei la...
Meus labios estão trincando e ardem...
Parece que corri quilometros e quilometros, sinto-me fadigada, meu peito queima e dói e como dói...
Minha respiração esta aumentando, não consigo achar algumas musicas, meu estomago esta embrulhando e estou começando a sentir frio, tudo roda, tudo esta muito rapido...
Não quero escrever mais nada...

Litio... Agora somos eu e você!

Sei que no começo será dificil, vou sentir frio nos dias mais quentes, minha solidão será entorpecida... Algo dentro de minha alma saira em torpor e suores, sentirem irritação quando o vento bater de forma mais abrupta em minha pele... É uma guerra: Eu versus Litio... E eu sei que você, Senhor Litio, vai querer dominar meus instintos, vai querer agarrar a minha bioquimica cerebral e ficar com ela de modo egoista, e minha glória insana, impura, obscura, feliz, triste e psicopata vai deletar-se durante um tempo, e quando me fezeres sentir dores, vou querer chorar o dia todo e quando estiver feliz você vai me potencializar e me fazer mais prepotente e sarcastica....
Vai fazer com que eu sangre durante alguns dias e se eu não for forte, eu irei te deixar logo, como da ultima vez...
Gostaria que me poupasse das dores e das hemorragias, se assim for feito, eu ficarei com você, apenas com doses baixas...
Você nunca me deixou segura de nada, com ou sem você eu terei as crises ou não as terei...
E agora a tarde eu estou confusa, com o peito apertado e com uma vontade maio de chorar, pois, recebi o meu receituario, e dentre os queridinho farmacos, esta o LITIO, que me da o atestado de desorganizada emocional...

Medo e angustia...

Uma pancada de coisas estão aqui dentro dessa cabeça desrregulada... É fato que eu não tenho pai e nem mãe, isso sempre foi muito nitido, só que durante um tempo eu fiquei maqueando esse fato para que eu pudesse caminhar sem maiores dores, mas, ja faz algum tempo que isso se tornou  uma verdade nua e crua...
É estou um pouco tanto triste, sem animo, com medo, alias muito medo... Há uma quantidade exagerada de anedonia hoje... Vontade de deitar e ligar o som e ficar quieta em meu quarto até que isso passe...
Infelizmente tenho que procurar um médico, e hoje quando cheguei na faculdade havia um aviso para que eu procurasse a coordenadoria do meu curso, fui logo para o elevador, porque nao consigo subir escadas hoje, quando chego la, consulta marcada para hoje as 11:00 com o Dr Jorge Bichuetti (especialista em transtorno bipolar), bem, fiquei pensando se deveria ligar e avisar minha mae, mas, resolvi que nao, que eu iria e vou falar tudo, até as coisas que estao escondidas aqui dentro, todos aqueles pensamentos persistentes, tudo o que eu sinto...
Não sei se hoje é um bom dia para ir ao Neuropsiquiatra, mas, vamos la...
Eu vou sumir um pouco de mim hoje a noite, preciso sentar em algum lugar e pensar, pensar e chorar...
Sim, é o que eu queria agora, chorar e ficar quieta na minha cama...  Não deveria ter levantado hoje...


Mas, pensar no futuro me fez levantar e caminhar até aqui...
Agora, paciencia pra que tudo isso passe... Pode acabar daqui algumas horas ou não... Isso so depende de mim, o dia é meu, eu devo escolher como ele deve ser...

sábado, 11 de junho de 2011

Chegando ao fim...

Então a crise maníaca esta chegando ao cimo ... Sinto como se meus poros estivessem inflamados, olho para o espelho e não me vejo, é um rosto perverso, de uma mulher madura, que sabe o que quer e esse rosto não combina muito com muito, sou apenas uma retardada, com cara de muleca, com o semblante meio triste as vezes...
Mas, a crise maníaca muda totalmente o meu semblante, meu espirito, deixa-me sentindo como se eu pudesse dominar o mundo, como uma criatura feroz, com o ar mais prepotente do que de costume, com o peito pronto para explodir, com uma vontade insaciavel de ter minha namorada presa em meu corpo, o corpo fica quente, não importa se alguem esta morto agora, nada tira essa sensação de ter o mundo em ambas as mãos...
Bem, amanha é dia dos namorados, e espero que a Senhorita Crise Maníaca ainda esteje aqui...
Usando-se de uma analogia: Toda festa termina em ressaca... Então não sei o que vai acontecer quando esse inferno de crise passar, não sei e não quero achar resposta pra isso... Apenas quero ser feliz, não importa se estarei ou estou em crise maníaca ou depressiva, eu apenas quero ser feliz e acredito que tenho esse direito...
Então... Hora de sair daqui da frente e ir esperar meu amorzinho...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Enfim BIPOLAR...

Então aqui estou de uma forma definitiva, sem maiores tropeços ou erros... Há duvidas aqui dentro, há rumores, há dores e há medos... Algumas coisas estão se virando aqui em meu interior... Qual a linha que esta me separando daquilo que dizem “normal”? Porque eu fui escolhida para carregar tal transtorno? O que eu fiz para chegar a isso? Qual o meu pecado?
Acordei com medo, medo de que eu começasse a perder as pessoas que eu amo ninguém é obrigado a conviver com isso, as medicações vão voltar um pouco e eu não sei o que vai acontecer...  Pedi a Deus que me ajudasse a continuar controlando e me livrando de crises severas, não quero ser mais meio triste, meio feliz, meia terapeuta ocupacional, meia guitarrista, meio namorada, meio apaixonada... Demorou a chegar ao estado que estou aqui, e ninguém sabe o que eu tenho passado para permanecer e melhorar...
Estou aprendendo a identificar as crises e me afastar delas... Desde antes de ontem eu estou em crise maníaca e hoje estou normal... Ontem foi um dia complicado, tinha energia para correr e quando queria correr lembrava-se do que estava acontecendo e algo rebatia meu peito, e a impulsividade era volta para o falar, e como eu falei, precisava muito conversar, nunca senti tanta vontade de conversar como ontem, conversei, corri, andei e andei, estava em Peiropolis com o pessoal da faculdade, ambiente tranqüilo e bucólico, quando chegamos parecia ser bem tranqüilo, mas, de repente veio à chuva e caiu forte, com ventos que derrubava arvores e fazia a energia acabar... Associei o acontecimento da chuva a minha desordem: Sou aparentemente tranqüila, posso transmitir paz, mas, quando se aproxima a alguma crise ou alguma outra coisa, eu me torno irritada, com raiva, com culpa, com dores, a dor fica forte que derruba até as pessoas a minha volta e faz com minha energia acabe...
Varias e varias questões estão aqui dentro dessa mente perturbada: Porque todo mundo tem a obrigação de acordar bem e dormir bem? Se a pessoal acorda triste ela não pode ficar super feliz ao longo do dia? Não temos o direito de ficar feliz quando tem algo triste? Porque se eu agir de n maneiras com meu humor eu posso ser classificada como alguma coisa fora do normal psíquico? Ta tudo bem, já aceitei que sou BIPOLAR, isso já esta nítido e escancarado á muito tempo, isso já prejudicou minha vida, larguei faculdade, larguei bandas e mais bandas, passei dias e mais dias sem se levantar da cama, já andei minha cidade inteira de madrugada, já tentei uma pancada de suicídio, já me auto mutilei, já quis fazer psicologia, T.O, medicina, biomedicina, sistemas e etc...  
Sou uma coisa louca, cheia de manias, imperfeições, risos e choros, loucuras e por aí vai...
Li um livro acho que três vezes, chama-se “Bipolar. Memória de extremos”. É uma descrição diferente sobre o que um bipolar passa e sente. Tem uma frase que eu estou adotando ela para minha pessoa: Provavelmente ninguém, a não ser um maníaco-depressivo, pode compreender que pisar nos freios pode ser muito mais excitante do que ganhar a corrida. Quando tudo parecer adequado, muito certo, eu devo desconfiar um pouquinho e ir freando as emoções...
Resolvi adotar uma frase para todos os meus dias como uma Bipolar: Quero ser feliz para sempre, do modo mais adequado possível.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu quis te ver...

Sei que pode parecer estranho um simples objeto como eu, até então inanimada, surgir assim criando expectativas. Mas a voz com que ouso falar é a da necessidade, aquela que urge extrapolando o limite respeitoso das páginas de um simplório papel ou de um simples meio de comunicação como o msn. Para o mundo, a necessidade pode levar à quebra de qualquer promessa de sanidade. É deste modo que me sinto agora, seguindo adiante, mas, necessitando de seu perdão e de sua compreensão; impregnei seus ares com palavras de explicação e desculpas, palavras vãs... Palavras para sempre.
Por um breve instante no espaço entre luz e sombra compreendo minha própria existência através desta conversa com você, uma existência ao nada, um ser feito de nada, que nem ao menos consegue raciocinar quando existe uma queda de serotonina e noradrenalina temporária...  Admito que meu interior é um putrefato refúgio noturno, uma insana massa impura presa;  jazigo de carne e fossa... Mas, estou tentando mudar isso, é uma batalha travada a cada amanhecer, ainda erro muito, mas, espero um dia errar menos e te magoar menos...
 
Se eu puder pedir algo, não é para te ver hoje, fique tranqüila, não vou surrar mais o seu dia... Só quero te pedir para que acredite que eu te amo...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Freando-me...

Um minuto de silêncio...

Para que a calmaria e a paz retorne... O sorriso sumiu por algumas horas, algo se remexeu dentro desse velhor peito, senti com as extremidade de minhas falanges geladas, com a face queimando e a alma se fazia-se de um turbilhão para colocar tudo pra fora...
Mas, pedi um minuto de silêncio para o universo, para que eu pudesse engolir tudo e guardar dentro de minhas cavidades obdominais...
Não havia um motivo para ficar assim...



Algo para se ouvir...

A Idade do cé

Composição: Jorge Drexler;

Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol

No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Oscilando...

De tempos em tempos algum demonio resurge em nossas entranhas, um vazio perdido no fundo negro do passado ressurge do interior de nós mesmos com força total. É aquela sensação estranha, perdida; sentimento de que faltou só um pouquinho para a conquista de nosso perdido pedaço de sonho. Frustração. Coisa que bate e fica? As lembranças às vezes machucam. Mas a vida é assim. Segue seu curso feito rio profundo e esconderijo de segredos, qual destruidor de mágoas antigas. No começo da semana passada acordei de madrugada me sentindo perdida, anestesiada, num final de sonho que se fazia fagulhas de um passado remoto. Não mais consegui fechar os olhos. Resolvi, naquele instante de loucura, preencher a insônia com uma dose de cafeína e coca. E pela janela da cozinha avistei o luar. O céu me tragava, convidando-me para uma conversa frente a frente. Olhei as estrelas. Meu passado estava todo ali, nítido! Revelado nas profundezas de um céu chamado infinito. E o conselho da lua clara era claro: ensinava-me a buscar a serenidade, bem como a fugir do abismo da solidão. Naquele momento passei a entender melhor o sentido da palavra “amanhecer”. O que é a vida afinal, além de inesgotáveis e eternas manhãs? Cada uma esconde mil segredos - que devem ser descobertos -, independente daquilo que já foi ou um dia será. Viver um dia de cada vez: esta é a senha para a tão almejada felicidade!
Todavia, não devemos nos esquecer...
As lembranças às vezes machucam.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Com nauseas

Poucos, pouquíssimos, admitem a possibilidade de estar errado...
Ninguém gosta. Ninguém entretém dúvidas. É mais fácil repetir comportamentos. Mais simples é seguir o condicionamento. OMISSÃO, para essa turba, é aceitável. Desejável.
É durante esses dias cansados e entre esses dias de desespero, que você se decepciona mais um pouco e assiste a amores recauchutados, presta asistência a atitudes requentadas. E é obrigado a pagar por vidas de prateleira. Vidas que têm todas o mesmo sabor amargo.

Até a dor é preferível a isso, a essas mentiras engarrafadas

Por isso é que você sonha com paz, seu doce amor em breve no seu lar, entrega, sinceridade.

Saudade.

ADEUS

Aqui nessa casa simples,  casa de tijolos, quarto pequeno e livros espalhados, a coisa anda bem. A coisa anda daquele jeito lento que é o único que me cabe nesses dias de esquecer, dias de ser outra  sempre, sempre que acordo e vejo que é outro o dia. Olha que até tenho feito progressos.
Dias de saudade, dias de colo, dias de papo. Eu já quis, uma vez, todos os seus dias. Depois quis distância de todos eles com a mesma força. Hoje não quero nada. Escrever esse texto já é bastante estranho. Mas sempre gostei de estranhezas, lembra?  Livros e filmes sangrentos, moça. 
Peça colo. No máximo, não vou poder te dar. No mínimo a gente adia a saudade da cachorra. Mas duas ou três palavras você sempre vai ter.
Nem todo mundo funciona sob pressão. Aliás, pouca gente consegue. I thrived in the chaos of the houseMas não suporto me enganar e, por isso, saí daquela vida. O que você precisa sempre é sacar onde pega, onde dá para se mexer. Lembre-se sempre que Ando onde há espaço. Meu tempo é quando.
E não sou uma fortaleza, um soldado. Sou uma louca que não se furta nada: o salto, a tentativa, o erro. Que só é um pouquinho mais inteligente  e teve mais tempo de errar, levantar, e tentar de novo. E erro de novo. Aprendi a sofrer com dores intermináveis na alma, senti a morte me tocar. 

Não sou nenhum buda, deus grego ou algo superior,  lembra?

Por isso continuo me reinventando. Continuo arriscando. Continuo crescendo. Continuo sendo essa coisa doida cheia de manias e personalidade e dúvidas e questionamentos e trejeitos e idiotisse  e perguntas incômodas e com um amor eterno dentro do peito...

Então, aqui fica o meu adeus a minha casa...

A gente sempre deixa. Marcas. E feridas. E se fere. E se acaba. E levanta. E vai se meter em outra...

sábado, 28 de maio de 2011

Fazendo sentido...

Assumir culpas que não eram minhas  era uma  maneira burra de tentar salvar o mundo. O raciocínio idiota, era que, uma vez a culpa sendo minha, poderia remediar situações, poderia resolver os problemas. Todos eles. E, o que era ainda melhor, sem depender de qualquer outro ser humano.
Era o meu segredo — como salvar o mundo. E, em minha visão distorcida, o mundo ao meu redor precisava ser salvo.  Pior: o mundo queria ser salvo.
Uma vez assumido tal fardo, imediatamente me vi justificados meu mau-humor, minha  intolerância, minha acidez, meu cansaço e meus cortes . E, milagrosamente, pelo poder de um amor encontrado  a culpa não era mais minha, era do peso que carregava: fardo, cruz, expiava o mundo dos pecados, salvava almas
Levei assim a vida por décadas, até que encontrei aquela que não me permitia assumir as culpas do mundo e me obrigava a ser feliz. A primeira no curso de uma vida. E me perdi, perdi o controle e, uma vez mais, voltei a ser responsável pela minha própria felicidade e a felicidade daquela que me salvava a cada dia do abismo. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eu queria que 10% da população raciocinasse...

Mais um dia...

E, então o dia clareou em minha janela, e por instantes eu queria esquecer que estava me tornando adulta e tinha normas padrões a obedecer como acordar cedo... Na verdade sentia que eu queria desobedecer todas as normas padrões da sociedade atual, já que não seguia todas...
Havia sido uma noite tranqüila, em que Hades voltara para as suas profundezas infernais e me deixara apenas com Dionísio, com esses delírios místicos, de encontros surreais com minha amada, com beijos e toques suaves.
Senti-me com a cura circulando por entre meus vasos, artérias e capilares, fazia-se queimar em meu rosto, sentia meu coração batendo em compassos diferentes, realmente estava curada de toda a dor, realmente estava em paz, com uma inocência infantil em que eu sentia tatear as nuvens...
Deusa Eos entrou em meu quarto, com seu carro de luz e com sua tocha esquentara o dia que amanhecia frio, deixei me cair uma lagrima, não estava triste, apenas feliz pela leveza em que acordara, pelo amor que se enraizava por todo o corpo e alma, pela presença de minha amada imortal em meus sonhos, todos os questionamentos que me atormentavam haviam sumidos e deixado lugar apenas para uma única resposta: NÃO IMPORTA O QUANTO A SOCIEDADE ATUAL DESVALORIZA OS RELACIONAMENTOS LONGOS E DURADOUROS, NÃO IMPORTA SE ISSO ESTA SENDO TROCADO POR SIMPLES SUBITOS HORMONAIS, O QUE IMPORTA DE VERDADE, SÃO OS VALORES QUE EU ESTOU CONSERVANDO AQUI DENTRO, ARCAICOS OU NÃO, FOI POR ELES QUE ME CUREI, NÃO TROCARIA MEU BEM ESTAR POR MERA IMPULSIVIDADE SEXUAL OU COISA PARECIDA, NÃO SEI SE ESTOU CERTA OU ERRADA, ARCAICA OU MODERNISTA, SO SEI QUE EU AMO UMA ÚNICA PESSOA E NÃO TROCARIA ELA POR NADA NEM POR NINGUEM...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

E então eu consigo entender porque não estou triste...

[Segunda-feira, 16/05/2011, 10horas e 29minutos]
Trafegava em sites de psicologia forense enquanto reclamava da vida. Relacionamento familiar horrivel. O curso de graduação que detestava. Ainda sentia dores por todo o corpo. E sua mãe a deixara em definitivo. E fazia frio.
Estranhamente, não estava deprimida. Nem mesmo com os indícios de tendência mundial de volta da inflação. Não. Por algum motivo estranho tinha em si uma serenidade de condenada à morte.
Não tomou café, nem ao menos beliscou o pão de queijo que estava em sua mesa. Saiu e foi a pé até a faculdade. Entrou na faculdade decidida a visitar, naquele mesmo dia, todas as salas de todos os  três campus da faculdade. Teve o cuidado de deixar o celular desligado.
A cada campus, reconhecimento de campo, estudo de rostos; um papo rápido com um dos seguranças: nome, idade, coleção de histórias. A cada parada, um souvenir — algo tão ordinário que não pudesse representar nada por pura ausência de individualidade. O objeto mais comum, o mundano, o invisível. Um pedaço de qualquer coisa tão desprovido de significado a ponto de em si caber qualquer significado e todas as significações do mundo.
E tudo ela guardava no bolso, e catalogava angústia, saudade, enfado, desespero, sonho, descrença, rim, fígado, baço, piloro e quisto.
Todo o mundo nos bolsos levava, até jogar o mundo todo no lixo. E poder voltar a dormir, e lembrar que não estava triste, pois, aquilo que realmente lhe importava na vida não estava no seu relacionamento familiar, não estava em sua graduação, não estava em sua musica que nunca mais iria tocar... Simplesmente o que lhe deixava feliz, era uma garota, o segredo que estava salvando o seu mundo, simplesmente uma outra humana de cabelos enrolados, de pele morena, dotada de um belo sorriso e de um olhar que brilhava mais do que qualquer constelação...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hoje o dia começou com uma grande dor ...

Bem, hoje o dia começou com uma grande dor lombar do lado direito... Achei que fosse um espasmo lombar, mas, quando as coisas pioraram, vi que poderia ser algo pior, até chorei, coisa, que eu não fazia a muito tempo... Minha mãe ficou muito preocupada, logo foi se arrumando para ir comigo ao pronto socorro, e ligou para meu amorzinho, que logo logo ja estava chegando em minha casa, para me levar ao pronto atendimento... Chegando lá, fui fazer exames... Quando fiz o raio x do abdomem, achavam que era o apendice, e também por conta da intensidade da cólica...
Pois é, mas, fui médicada, quando chegou os exames, o médico me falou, é uma colica renal, vc esta com uma infecção forte...  Ahh, o meu amorzinho ficou comigo, do meu lado, agora a noite também... Apesar da dor, minha mãe e meu amorzinho estavam do meu lado....
Acredito que se isso tivesse acontecido antes, eu não teria olhado esse lado, a parte que as pessoas que te amam e lhe dão valor estavam do seu lado, mesmo não sendo o motivo feliz... Antigamente eu apenas ligava para o que eu estava sentindo, e depois que tudo passava, eu continuava pensando no que eu sentia, sem ligar, para quem esteve ou estava do meu lado...
Pois é, em momentos de dor, a presença de pessoas que você ama ao teu lado é essêncial para sua reabilitação...
Então obrigada mamãe e obrigada meu amorzinho...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

As flores que recebi...

Hoje, terça feira, primeiro dia do mês de fevereiro, recebi flores de meu amor, ja havia recebido antes, da mesma pessoa, e alias a unica que eu me apaixonei e amo de verdade, e mais uma vez eu não soube como reagir, emoções sobiram ao meu corpo, uma enorme taxa de dopamina e serotonina foi produzida, e lágrimas de felicidades saltaram de meus olhos... Sim, eu chorei de felicidade, ela é a pessoa que me completa, a pessoa com quem me sinto bem, protegida, segura, feliz, amada, enfim, não da pra descrever tudo o que eu sinto por ela...
(Z), Eu te amo